O número de divórcios duplicou em Portugal nos últimos anos e a grande justificação para este “surto” deve-se ao facto desta nova realidade ser melhor aceite pela sociedade. No entanto, a mulher continua a ter mais
dificuldades em recomeçar a sua vida. Em países pouco desenvolvidos, com economias instáveis e mentalidades primitivas, as mulheres acabam por ser financeiramente dependentes de seus companheiros, sujeitando-se por vezes a formas de violência extrema. Em países como Portugal, algumas mulheres ainda não se encontram preparadas para prosseguir com o divórcio pelo simples facto de recearem não só a solidão como também respostas físicas por parte do cônjuge.
|
|
Portugal foi o país da Europa dos 15 que registou um maior crescimento no número de divórcios, no entanto Portugal é dos países em que os casais menos se divorciam. |
A separação é mais comum entre casais que se uniram na adolescência ou entre membros de diferentes níveis socio-económicos e culturais. Pessoas cujos pais se tenham divorciado têm uma maior tendência a resolver um problema conjugal optando pelo divórcio. Outra razão originadora de tensões na relação é a paternidade, bem como quando existe alguma doença nos filhos. Entre os 40 e 60 anos, 60% dos homens e 40% das mulheres tiveram pelos menos um encontro extraconjugal, sendo que a maioria desses acontecimentos é mantida em segredo. No entanto, a sua revelação raramente se transforma em causa suficiente para o divórcio.
|
Podem ser inúmeras as razões que podem levar á separação… perda do amor, infidelidade, arrefecimento sexual, discussões constantes, interferência dos sogros, falta de dedicação à relação, e tantos outros… e a pergunta fica:
Será o divórcio o melhor caminho para a sua relação? |
|
 |
|
|
|
|